O realismo crítico defende que
a) a realidade é independente do sujeito do conhecimento;
b) o conhecimento é um processo e uma construção;
c) o conhecimento não traduz fiel e totalmente o real, pois tem componentes subjectivas;
d) o conhecimento evolui aproximando-se sucessivamente à verdade, enquanto
i) limita, minimiza ou anula as componentes subjectivas que resultam da natureza constitutiva do sujeito, e
ii) enquanto constrói dispositivos que lhe permitam superar as suas insuficiências – por exemplo: instrumentos de observação e/ou experimentação científica.
Um defensor muito conhecido desta posição é o Filosofo Político e epistemólogo Karl Popper.
Apontamentos, textos e trabalhos de Filosofia de/para alunos do Ensino Secundário - Escola Secundária Dr. Jaime Magalhães Lima - Esgueira, Aveiro, PORTUGAL
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
A natureza do conhecimento: o realismo ingénuo
O realismo ingénuo defende que
a) a realidade é independente do sujeito de conhecimento;
b) para conhecer basta abrir os olhos – o homem está preparado para conhecer;
c) o conhecimento traduz fiel e totalmente o real;
d) as qualidades sensíveis como a cor, o peso, o odor existem nas coisas;
e) não compreende o conhecimento como processo e construção;
O realismo ingénuo não tem consciência de que o conhecimento é um processo e uma construção e por isso não tem consciência das suas próprias limitações.
Face à questão do conhecimento ser ou não cópia do real realismo ingénuo dá uma resposta, obviamente, afirmativa.
a) a realidade é independente do sujeito de conhecimento;
b) para conhecer basta abrir os olhos – o homem está preparado para conhecer;
c) o conhecimento traduz fiel e totalmente o real;
d) as qualidades sensíveis como a cor, o peso, o odor existem nas coisas;
e) não compreende o conhecimento como processo e construção;
O realismo ingénuo não tem consciência de que o conhecimento é um processo e uma construção e por isso não tem consciência das suas próprias limitações.
Face à questão do conhecimento ser ou não cópia do real realismo ingénuo dá uma resposta, obviamente, afirmativa.
A natureza do conhecimento: o problema
O problema da natureza do conhecimento está em saber se ao conhecimento corresponde uma realidade exterior e independente ou, em alternativa, se a realidade existente mão vive fora do conhecimento. A primeira hipótese é a posição comum e natural do homem: o realismo. A segunda hipótese implica um acto de vontade e de artificialismo e de grande distância face a nós mesmos: o idealismo
Um exemplo de um Idealista radical é Berkeley. Para Berkeley o que se conhece resume-se às qualidades empíricas presentes na percepção e nada há para lá disso, pelo que afirma que ser é ser percebido.
Um exemplo de um Idealista radical é Berkeley. Para Berkeley o que se conhece resume-se às qualidades empíricas presentes na percepção e nada há para lá disso, pelo que afirma que ser é ser percebido.
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